Taxa de desemprego bate novo recorde em agosto e atinge 13,8 milhões

sexta-feira, outubro 30, 2020




A taxa de desocupação bateu novo recorde no trimestre encerrado em agosto, com 14,4%, atingindo 13,8 milhões, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal - PNAD, divulgada nesta sexta-feira (30/10) pelo
IBGE
-
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
. A
taxa é a maior registrada pela PNAD desde o início da série histórica, iniciada em 2012. De acordo com o
IBGE
, são cerca de 1,1 milhão de pessoas a mais à procura de emprego frente ao trimestre encerrado em maio.

A taxa é a maior registrada pela PNAD desde o início da série histórica, iniciada em 2012. De acordo com o
IBGE
, são cerca de 1,1 milhão de pessoas a mais à procura de emprego frente ao trimestre encerrado em maio. Em julho,
desemprego atingia 13,1 milhões, com taxa de 13,8%. Veja a taxa de desocupação da série histórica: A analista da pesquisa, Adriana Beringuy, diz que o aumento na taxa de desemprego é um reflexo da flexibilização das medidas de isolamento social para controle da pandemia da COVID-19.

"Esse aumento da taxa está relacionado ao crescimento do número de pessoas que estavam procurando trabalho. No meio do ano, havia um isolamento maior, com maiores restrições no comércio, e muitas pessoas tinham parado de procurar trabalho por causa desse contexto. Agora, a gente percebe um maior movimento no mercado de trabalho em relação ao trimestre móvel encerrado em maio", afirma.

Em contrapartida, o número de pessoas ocupadas caiu 5% em comparação ao trimestre encerrado em maio. São 81,7 milhões nesta situação, 4,3 milhões a menos em comparação, menor contingente de ocupados desde o início da série histórica. "Quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior, a queda é de 12,8%, o que representa 12 milhões de pessoas a menos no mercado de trabalho", diz o
IBGE
.


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