BC já recolheu mais de R$ 500 milhões em notas falsas no Brasil desde 1995

terça-feira, outubro 20, 2020


O Banco Central é o responsável por analisar as cédulas que geram desconfiança


O
Banco Central do Brasil
já recolheu
em notas falsas desde 1995. Os valores correspondem a de cédulas de todos os valores que chegaram até a análise da autoridade monetária. A quantidade de notas falsas teve o seu pico em 2007, quando cédulas foram identificadas como falsificadas pelo
Banco Central
. No ano passado, foram . Os dados de 2020 englobam o primeiro trimestre do ano. Caso o mesmo número se repetisse nos três seguintes, o total para o ano seria de . O gráfico a seguir mostra a quantidade de cédulas falsas desde 1995. Os dados vão apenas até março deste ano por conta da pandemia de coronavírus.

O
Banco Central
explicou que "as cédulas suspeitas de falsificação recolhidas nos últimos meses permanecem com as instituições financeiras que as retiveram, até que haja condições de segurança para a retomada desta atividade". Na separação por estado, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais são os locais com as maiores quantidades de notas falsas identificadas até hoje. O Distrito Federal é o décimo seguindo esse critério. O gráfico a seguir mostra quantas cédulas foram encontradas em cada Unidade da Federação desde 1995.

Na separação por valores, as notas de maior valor são as que mais chegam ao
Banco Central
. A campeã é a de , seguida pela de . Ainda não há casos de nota de identificada como falsa porque os dados vão até março deste ano, quando ela ainda não estava em circulação. "A concentração das falsificações nos valores de cédulas mais altos deve-se, de fato, a possibilidade de maior ganho financeiro para o falsificador", explicou o
Banco Central
. O próximo gráfico mostra a evolução ano a ano por cédula e família.

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