Pesquisas indicam aumento de 30% na prática de home office

quarta-feira, junho 10, 2020



A tendência é que o teletrabalho seja uma prática cada vez mais adotada, mesmo após a pandemia


A situação de pandemia mundial causada pelo novo coronavírus impactou muito na realidade da população brasileira, mudando hábitos de compra, higiene, socialização e trabalho. Com o crescimento de casos confirmados da doença no país, o home office, também conhecido como trabalho remoto, se tornou parte do dia a dia de muitas empresas e profissionais. Esse modelo de trabalho vem sendo uma das principais alternativas para a manutenção dos negócios diante das determinações de isolamento social pelo governo, de forma a evitar a contaminação entre os colaboradores no ambiente de trabalho.

No entanto, estudos indicam que a prática de home office adotada em peso durante o período de pandemia pode se tornar uma prática cada vez mais comum nas empresas. A Lei n° 13.467/2017, elaborada na última reforma trabalhista, já regulamenta o trabalho remoto, o que facilitou a transição para muitas organizações. De acordo com uma pesquisa elaborada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), até abril de 2020, cerca de 59 países já adotaram o home office como uma alternativa ao trabalho presencial.

No Brasil, apesar de observarmos muitas categorias terem optado pela redução da jornada de trabalho e suspensão de contratos, a Confederação Nacional do Comércio estima que a alternativa de teletrabalho aumentou cerca de 30%. Segundo estudos feitos pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)., o home office poderá ser implementado em aproximadamente 23% das ocupações do país, atingindo cerca de vinte milhões de trabalhadores.

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