TSE: Unificação das eleições em 2022 traria ‘inferno gerencial’, diz Barroso

segunda-feira, maio 11, 2020




Segundo o ministro Luís Roberto Barroso, o consenso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é de evitar prorrogação de mandatos, mas, caso seja necessário adiar as eleições por causa da pandemia do novo coronavírus, que seja pelo "mínimo inevitável". Durante uma transmissão ao vivo promovida pela Academia Brasileira de Direito Constitucional (ADBConst), o ministro também avaliou que a unificação seria "extremamente confusa" para o eleitor, além de levar a uma sobreposição dos debates nacionais e locais.

Eleito para comandar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a partir do fim do mês de maio de 2020, Luis Roberto Barroso afirmou nesta segunda-feira (11/05), que unificar as eleições municipais e nacionais traria um "inferno gerencial" ao TSE. O ministro já afirmou em diversas ocasiões ser contra o adiamento das eleições municipais para 2022, o que coincidiria com o pleito para a escolha de representantes no âmbito nacional.

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